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Manta Infantil. Era uma vez uma menina...



Curiosidades do Patchwork (1)

A quebra da Bolsa de Valores, em 1929, intensificou o desenvolvimento do ‘quilting’, pois as tecelãs tinham que economizar todo tecido que pudesse ser encontrado, levando assim ao aparecimento de renovados padrões. São criados apetrechos que permitem o uso da técnica de aplicação e assim o patchwork vai, aos poucos, deixando de ser apenas artesanato para se transformar em uma arte, cultivada hoje mais do que nunca.

Os EUA, por exemplo, é um mercado que se amplia cada vez mais, produzindo um lucro de pelo menos dois bilhões de dólares. Além deste país, há quilteiras em todo o mundo. Tecidos são especialmente produzidos, todos os anos, para a elaboração do patchwork, e atualmente há recursos inumeráveis para uma maior praticidade deste ofício. Há também festivais que contribuem para propagar esta técnica, que atua igualmente como um fator terapêutico.
Fonte: http://www.infoescola.com

Manta Positivo e Negativo



Conservação dos trabalhos de PATCHWORK

Para manter o seu patch com as mesmas características originais por muito tempo. Quanto menos lavar, melhor, por isso, é importante observar:

- Lavagem à mão: Coloque seu patch completamente imerso na água limpa, sabão líquido neutro próprio para roupas delicadas e ½ xícara de vinagre branco (para manter as cores fortes e amaciar) deixando por 10 minutos. Depois troque esta água por outra limpa e repita este procedimento até eliminar totalmente o sabão.

- Lavagem à máquina: utilize água fria, sabão líquido próprio para roupas delicadas, ciclo curto e delicado, sem centrifugação.

Nunca pendure seu patch no varal de forma vertical, pois ele poderá esticar. Para secar, coloque-o sobre uma toalha na forma horizontal. Para passar use ferro seco com uma temperatura média (nunca o ferro a vapor), de preferência pelo lado do avesso. E se for guardá-lo, embale em um pano de algodão branco. Procure nunca deixar seu trabalho de patchwork na luz direta do sol e/ou lugares úmidos.

Toalha Cesta de Frutas



Tamanhos de AGULHA


Sabendo o tipo de agulha, a regra básica de tamanho é: tecido mais grosso, agulha maior.

  • Tecidos delicados: Para seda, chiffon, voil, renda e organza, a agulha de número 9 costuma ser a mais indicada.
  • Tecidos leves: Tecidos sintéticos leves, tafetá ou chamois, levam tamanho 11.
  • Tecidos médios: Popeline, linho, musseline, crepe, flanela, malhas, jersey, lã, e tecidos stretch podem usar a número 14.
  • Tecidos médios a pesados: Para gabardine e tweed, agulhas de número 16 são mais apropriadas.
  • Tecidos pesados: Jeans, tecidos para estofados e lona usam agulhas número 18.

Trilho de mesa


Tudo sobre LINHAS DE COSTURA (4)


Dentro do item referente aos tipos de linhas mais comuns, existem as linhas sintéticas e as mistas, conforme a seguir.

b) LINHAS SINTÉTICAS
Linhas para pespontar - Maleáveis e macias, são indicadas para arremates e acabamentos. Deslizam na agulha e amarram bem os pontos para pregar botões, alinhavar, fazer casas e bainhas. Brilhante, as linhas têm cores vivas e acabamento acetinado pra dar uma vida ao pesponto, que fica sempre aparente. Costurando a mão, use agulhas 3 ou 6 e a máquina, 16 ou 18.
Linhas comuns de poliéster - Também em todas as cores, as linhas de poliéster costuram seda, lingerie, microfibra, crepe, tafetá, camurça, cotton lycra, plush, meia malha, suedine, lycra e todos os tecidos sintéticos.
Para tecidos médios e finos utilize agulhas 7, 8 ou 9 para costurar a mão e 11 ou 14 para máquina. Para tecidos mais grossos, costure com a número 3 a mão ou 16 ou 18 a máquina. As linhas usadas em overloques também são de poliéster.

c) LINHAS MISTAS
As linhas mistas são feitas de poliéster e cobertas com algodão. A ideia é ter uma linha que seja fina e resistente ao mesmo tempo, para fazer um acabamento leve e que seja suave ao toque.